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terça-feira, 25 de setembro de 2012

CACHORROS, UMA TERAPIA!

Milla e Skiter
Não é segredo para ninguém o amor que eu sinto pelos cães, não é mesmo?
Eu sempre gostei de cachorros, mas ter tido um durante 15 anos fez com que eu entendesse o tamanho desse amor e de como é gostoso sentir isso por eles.  
Não importa como eu tivesse passado o meu dia, pois tinha a plena certeza que no final dele, eu teria o melhor dos carinhos, a melhor das atenções, o melhor dos amores.
Meu bebê, meu fiel companheiro, meu amigo, meu ursinho, meu filho, simplesmente o meu Skiter.
Os cachorros sentem quando estamos tristes ou doentes, quando precisamos de carinho e quando precisamos nos animar. 
Aconteça o que acontecer, eles sempre estarão conosco. Abanando o rabo, fazendo a maior festa do mundo pelo simples fato de você chegar em casa ou deitados do nosso lado pedindo carinho.
Eu sinto muita a falta do meu cachorrinho. Tenho saudades da alegria que ele me dava todos os dias! Ele era a minha melhor terapia!
Hoje mesmo vi um senhor jogando uma pedra e xingando um cachorro e eu não sabia se sentia dó do cachorro ou dele. O cachorro não merecia a pedrada e o senhor não sabe o que ele está perdendo em não sentir essa paixão e esse carinho pelos animais.
Já citei aqui, mas recentemente entrevistei um morador de rua para o Personas que tem 10 cachorros e já teve muito mais. Ele mesmo contou que a felicidade dele está em seus cachorros. Não é preciso ficar mais de 5 minutos perto deles para perceber a reciprocidade.

"Quando o homem aprender a respeitar até o menor ser da criação, seja animal ou vegetal, ninguém precisará ensiná-lo a amar seu semelhante" Albert Schweitzer





domingo, 9 de setembro de 2012

DIFICULDADES

Pensei muito esses dias sobre nossas dificuldades e o que consideramos que é um empecilho na nossa vida, mas que nem sempre é.
O ser humano por si só tem mania de reclamar. Qualquer contratempo que aparece já pode achar que não é seu dia de sorte ou que o mundo conspira contra ele.
Este ano eu tive algumas dificuldades e a maior delas foi o meu pé, estou cuidando dele desde fevereiro.
No começo eu fiquei chateada, pois eu já tinha quebrado o pé no ano passado e a única coisa que vinha na minha cabeça era: Por que de novo?
No entanto, nem tudo é tão ruim quanto parece. Eu poderia estar pior e estou tratando dele da melhor forma possível para que eu tente ficar 100 %, mas se não der, 90% ou 80% também está ótimo! Não precisamos atingir a perfeição sempre e é nisso que temos que nos basear. Ou simplesmente, devemos mudar nosso foco.
Este ano tive oportunidades de entrevistar algumas pessoas que, ao nosso ver, tem alguma dificuldade e que para elas não são. 
Tomo como exemplo o morador de rua que entrevistei e que aparentemente é uma pessoa feliz! Cuida de seus cachorros que é a sua maior distração, é amigo da vizinhança e dos comerciantes da região. Enquanto conversávamos, ele sorria o tempo todo e adorava contar as peripécias de sua molecada (é assim que ele chama seus cachorros). Um depoimento lindo e emocionante! ( Para assistir, clique aqui)
Hoje entrevistei uma deficiente visual que deu um show de alegria e entusiasmo. Ela canta, atua, faz academia, viaja, tem muitos amigos, fez graduação e agora está fazendo pós. Ela mesma disse que  agradece por ser assim, pois quando ela teve um câncer que resultou na cegueira, os médicos não deram esperança de nem mais 6 meses de vida. Hoje, ela tem 25 anos e é muito feliz! (em breve postarei o depoimento dela no site do Personas).
Então, refleti muito sobre certas dificuldades que colocamos em nossas vidas. Será que realmente é tão grave assim? Não gosto de comparações, principalmente aquelas que dizem: "Você está reclamando disso sendo que tem gente que não tem isso", etc. Não é essa a minha reflexão. O que pensei realmente é que nós colocamos dificuldades onde não existe e reclamamos demais de qualquer coisa, sendo que talvez estejamos perdendo tempo de sermos felizes. 
Certamente, existem dificuldades e tristezas inevitáveis, mas poderíamos guardar nossas lamentações apenas para esses momentos e não em tudo que acontece.
Ficar um minuto triste é perder um minuto de felicidade.